sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Liberdade é a escolha de dizer não, mesmo quando é lícito dizer sim.

Liberdade é poder abrir mão, mesmo sabendo que todas as coisas nos são licitas. Assim sendo, penso não existir pessoa mais livre do que a que está em Cristo Jesus. "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres". João 8:36. Verdadeira liberdade desfruta a pessoa que está em Cristo, porém possui consciência de suas fragilidades, razão pela qual não brinca com o fogo, pois conhecendo a si mesmo sabe que pode gostar de se queimar. José do Egito, ou no Egito, fugiu da esposa de Potifar, pois jovem sadio e humano como era, com hormônios a flor da pele, certamente a sua carne entrou em festa frente as sedutoras propostas da solitária esposa do patrão. Ele tinha tudo favorável para consumar o ato. Ela queria, o esposo confiava nele, estavam a sós. Tudo inspirava e conspirava para um adultério, para o inicio de um ardente caso de infidelidade ao marido por parte dela, e a Deus por parte dele. Porém diferentemente de Davi, no caso de Bate-Seba, narrado em 2 Samuel 11:2, José escolheu obedecer a Deus e dizer não a seus desejos. Na realidade eu penso que, o Zé do Egito fugiu não da esposa de Potifar, mas sim dele mesmo. Ao fazer isso perdeu o gozo do prazer momentâneo, sofreu injustamente, mas no tempo certo, na hora certa, ele desfrutou do fruto de sua obediência, pois Deus honra a quem em obediência lhe honra. Lembrando também que, Deus não nega o perdão ao caído. Ele confronta ao pecador e perdoa o culpado arrependido como fizera a Davi, contudo não devemos esquecer que as consequências de sua desobediência, tal qual espada, jamais se afastaram de sua família. Rev. José do Carmo da Silva - Mano Zé do Egito

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